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O que faz os níveis da pressão arterial subirem?

O Dr. Jefferson Jaber, cardiologista do Hospital Santa Virgínia, apresenta cinco fatores de risco da Hipertensão Arterial Sistêmica

Conhecida como “pressão alta”, a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é o aumento desordenado da pressão que o sangue faz para circular pelas artérias, ou seja, acima dos níveis adequados (12 por 8).

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 25% da população brasileira tem Hipertensão Arterial Sistêmica. O Dr. Jefferson Jaber, cardiologista e coordenador do Centro de Cardiologia do Hospital Santa Virgínia (HSV), explica os principais fatores de risco da doença. Confira e saiba como se prevenir.

Consumo excessivo de sal - o consumo exagerado de sódio aumenta o volume de sangue dentro das veias e artérias. “Por outro lado, pessoas com dieta baixa em sal possuem menor prevalência de HAS e a pressão arterial não se eleva com a idade”, esclarece o cardiologista.

Excesso de peso - a  obesidade é um fator de risco reconhecido há anos. “A prevalência da HAS dobra em adultos jovens e é, pelo menos, 50% maior em pessoas mais velhas com excesso de peso, quando comparado a indivíduos em condições normais”, afirma o Dr. Jefferson Jaber. O tratamento da obesidade ajuda a melhorar a saúde metabólica e o bem-estar do paciente, além de diminuir os riscos de doenças e de mortalidade precoce.

Sedentarismo - hábitos saudáveis são fundamentais no combate à doença. “O sedentarismo aumenta a incidência de hipertensão arterial em, aproximadamente, 30%, em relação a pessoas ativas”, explica o coordenador do Centro de Cardiologia do Hospital Santa Virgínia. Além disso, a prática regular de atividades físicas promove vários benefícios, como a melhora da capacidade física, da força muscular, além de auxiliar no controle de doenças crônicas.

Ingestão de álcool por período prolongado - o consumo elevado de bebidas alcoólicas aumenta a pressão arterial. O efeito varia com o gênero, e a magnitude está associada à quantidade de etanol e à frequência de ingestão. Além disso, o tabagismo e o estresse são fatores de risco para o desenvolvimento de HAS.

Fatores genéticos - estima-se que a contribuição da carga genética para a variação da pressão arterial está entre 30% a 50%, geralmente associado a fatores ambientais. “Mudanças genéticas podem provocar alterações na pressão arterial que não poderão ser controladas pelos sistemas reguladores. Elas podem acarretar variações na regulação de fluidos corporais, no metabolismo eletrolítico e na função renal”, conclui o especialista.

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Dr. Jefferson Jaber - Cardiologista | CRM: 91.242

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia | Publicado em: 26/4/2020

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