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Centro de Estudos HSV promove mais uma palestra para colaboradores e médicos

No mês em que se celebra o Dia Mundial sem Tabaco (31/5), pneumologista do Hospital Santa Virgínia explica os malefícios do tabagismo e formas de tratamento

No dia 23 de maio de 2018, o Centro de Estudos HSV promoveu mais um encontro de formação aos seus médicos e colaboradores. A palestra foi ministrada pelo Dr. Ulisses Rosalino, pneumologista do Hospital Santa Virgínia, abordando o tema “Tabagismo”.

O especialista destacou que o tabagismo é uma doença crônica, que gera dependência química e psicológica. “O primeiro passo é o paciente estar extremamente disposto a parar de fumar, pois o tratamento não obtém sucesso só com os remédios”, afirmou. Também apresentou um dos principais métodos para diagnosticar o grau de dependência do tabagista, o “Teste de Fagerström”.

O Dr. Ulisses expôs alguns dados preocupantes da Organização Mundial da Saúde (OMS): “o tabagismo é a principal causa de morte evitável do mundo, estando associado a 30% dos óbitos por câncer, 90% das mortes por câncer de pulmão, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e 25% das mortes por doenças coronarianas (infarto agudo do miocárdio) e cerebrovasculares (Acidente Vascular Cerebral)”, relatou.

De acordo com o pneumologista, o tabagista tem que ficar atento a situações e locais que possam estimular o hábito de fumar, por exemplo, após as refeições e cafés, em atividades intelectuais, ao beber ou dirigir. “Situações comuns do dia a dia fazem com que o paciente volte a fumar. Nesses momentos, ele deve se condicionar para que não haja recaídas”, orientou.

Outro ponto destacado pelo médico foi o tabagismo passivo, terceira maior causa de morte evitável do mundo, que, de imediato, causa irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse e cefaleia e aumento dos problemas alérgicos e cardíacos.

“Aumento de risco de aterosclerose e redução da capacidade respiratória são alguns dos efeitos a longo prazo do tabagismo passivo, além do risco aumentado em 24% para infarto agudo do miocárdio, aumento em até 50% do risco de infecções respiratórias em crianças e em 30% da chance de desenvolver câncer de pulmão, quando comparado a quem nunca fumou nem esteve exposto à fumaça do cigarro”, alertou o especialista.

Vale ressaltar que o diagnóstico e o tratamento de cada paciente é individualizado e a participação da equipe multidisciplinar (formada por fonoaudiólogas, fisioterapeutas e psicólogas) é fundamental durante todo o processo.

Para a analista de contas médicas do HSV, Mayara Rodrigues de Araujo, a palestra foi muito importante para conscientizar a todos sobre os malefícios do cigarro, e não só aos fumantes. “Principalmente para a equipe multidisciplinar do HSV (como psicólogos, assistente social, técnicos e enfermeiros), que está em contato constante com o paciente. Há um aspecto psicológico muito forte no vício de fumar. Assim, é necessário eliminar primeiro o fator estressante”, comentou.

Já para Vânia Lopes, recepcionista do Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) do Hospital Santa Virgínia, a palestra foi esclarecedora e motivadora. “O Dr. Ulisses atendeu todas as minhas expectativas. Eu quero parar de fumar e farei o possível para dar continuidade ao tratamento”, afirmou.

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Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia.

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