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Centro de Estudos aborda a Prevenção da Infecção Hospitalar

Realizada em 22 de maio, palestra encerra campanha do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) para conscientização dos colaboradores do HSV

Em 22 de maio de 2019, o Centro de Estudos HSV promoveu mais uma palestra aos colaboradores e médicos da instituição. Dessa vez, o tema abordado foi a “Prevenção da Infecção Hospitalar”, com a contribuição de profissionais do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Santa Virgínia. 

Encerrando a campanha de Higiene das Mãos, realizada semestralmente pelo setor, a médica infectologista Dra. Márcia Marotto e a enfermeira encarregada Ana Lúcia de Souza explicaram o que são e como prevenir as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), geralmente associadas a dispositivos invasivos (por exemplo, pacientes em uso de cateter ou entubados). 

Na abertura, a Dra. Márcia Marotto contextualizou a legislação vigente e os novos critérios diagnósticos definidos por agências de saúde nacionais e internacionais. “Não existe taxa zero de infecção. Há fatores inerentes ao próprio paciente, sobretudo dos grupos de risco, como em tratamento do câncer ou diabetes, pós-cirurgias de grande porte ou em longo período de internação”, esclareceu a médica infectologista do SCIH. 

Mas há como prevenir as IRAS e o HSV segue todas as normas e protocolos para minimizar os riscos de infecção e garantir a segurança do paciente. 

Em sua apresentação, a enfermeira encarregada do SCIH, Ana Lúcia de Souza, comentou sobre as medidas de prevenção e as chamadas “precauções padrão”, que incluem a correta higiene das mãos, a utilização dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs), a esterilização de materiais e a higienização de todo mobiliário próximo ao paciente. Também abordou as “precauções expandidas”, entre elas, a precaução de contato (que requer o uso de avental e luvas) e para aerossóis e gotículas (uso obrigatório de máscaras).  

As especialistas explicaram que a transmissão da infecção pode ser por contato direto ou indireto (pela superfície ou equipamentos contaminados por microrganismos, sendo que alguns, como a E. coli e a P. aeruginosa, sobrevivem por até 16 meses no ambiente). “As bactérias multirresistentes são um problema mundial, em grande parte, decorrente da prescrição indiscriminada de antibióticos”, alertou a Dra. Márcia Marotto. “Assim, é fundamental que se adotem medidas de boas práticas na assistência prestada ao paciente com o intuito de se evitar ou diminuir os riscos de adquirir uma infecção”, concluiu. 

Ao final da palestra, a equipe do SCIH esclareceu dúvidas dos participantes e entregou frascos com álcool gel antisséptico para a higienização das mãos. 

Para a técnica de enfermagem Elisângela Gonçalves Barros, da Hemodiálise, a palestra agregou muito ao seu desenvolvimento profissional. “Este é um tema relevante e atual. Algo simples como a higiene das mãos tem um impacto significativo na prevenção e controle da infecção. As palestras do Centro de Estudos contribuem para reforçar o nosso conhecimento e nos motivam a buscar melhorar cada vez mais para prestar uma assistência de qualidade ao paciente”, comentou.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia

Publicado em: 10/6/19

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