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Gastrite: aguda ou crônica?

Dr. Guilherme Tommasi Kappaz, gastroenterologista do HSV, esclarece as principais dúvidas sobre os tipos de inflamação no estômago

Queimação, sensação de estufamento e náuseas. Se pensou em gastrite, acertou! Neste Dia Mundial da Saúde Digestiva (29/5), o Dr. Guilherme Tommasi Kappaz, cirurgião do aparelho digestivo e gastroenterologista do Hospital Santa Virgínia (HSV), esclarece sobre esta doença comum na vida do brasileiro. 

A gastrite é uma inflamação na mucosa do estômago, que se manifesta de duas formas: aguda (de início súbito) ou crônica (surge e piora ao longo do tempo).

Doutor, quais são os fatores de risco? “As principais causas da gastrite aguda estão relacionadas à ingestão contínua de bebidas alcoólicas, infecções virais, fungos, vermes, radiação e intoxicação alimentar. Além disso, o uso de alguns medicamentos como anti-inflamatórios e quimioterápicos contribuem para o desenvolvimento da doença”, afirma o gastroenterologista.

Helicobacter pylori, mais conhecido como H. pylori: esta bactéria é o principal fator de risco para a gastrite crônica. Ela se aloja no estômago, podendo ou não se manifestar. “A higienização e o cuidado no preparo dos alimentos são medidas fundamentais para prevenir a contaminação”, orienta o cirurgião do aparelho digestivo. 

A gastrite, se não tratada, pode evoluir para hemorragia digestiva. Em alguns casos, pode causar úlceras ou, em formas mais raras, desencadear câncer de estômago. O diagnóstico é feito a partir da descrição dos sintomas e também pela realização do exame de Endoscopia Digestiva Alta, que avalia detalhadamente o estômago, podendo colher biópsia para pesquisar a presença do H. pylori.

O tratamento varia de acordo com o tipo de gastrite. “Nos casos agudos, é importante suspender as substâncias que causam a doença. Geralmente, são indicadas medicações que diminuem a secreção gástrica de ácidos. Na gastrite causada pelo H. pylori, a erradicação da bactéria é fundamental, com tratamento à base de antibióticos”, esclarece o Dr. Guilherme Tommasi Kappaz. Vale ressaltar que a terapêutica é definida entre o médico e o paciente, e não é recomendada a automedicação. 

E tem como prevenir a gastrite? De acordo com o médico do HSV, é fundamental ter uma alimentação balanceada, evitando alimentos que agridam o estômago, como café, chocolate, líquidos com gás, frutas cítricas, gorduras, frituras e condimentos, além de comer a cada três horas, em pequenas porções e com boa mastigação. A saúde mental também é importante: “o estresse e a ansiedade estão relacionados com os sintomas da gastrite, podendo dificultar a melhora do paciente”, alerta o especialista. 

O Hospital Santa Virgínia possui um Ambulatório que atende em diversas especialidades, entre elas, Gastroenterologia, Nutrição, Endocrinologia, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Psicologia. O HSV também realiza os principais exames laboratoriais e de diagnósticos por imagem, como a Endoscopia Digestiva Alta e a Colonoscopia, com conforto e comodidade ao paciente. Clique aqui para saber mais.

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Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia

Publicado em: 28/5/2019

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