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Serviços de saúde com excelência e altamente especializado: conheça a Odontologia Hospitalar do HSV

No Dia da Saúde Bucal (25/10), a Dra. Roberta Cury, odontóloga do Hospital Santa Virgínia, explica os benefícios desse atendimento para os pacientes

Desde julho de 2018, o Hospital Santa Virgínia (HSV) oferece o atendimento em Odontologia Hospitalar, que visa prevenir doenças periodontais e diminuir os riscos de infecções no paciente (como a endocardite bacteriana e a pneumonia associada à ventilação mecânica).

Em comemoração ao Dia do Dentista e da Saúde Bucal (25 de outubro), o HSV explica a importância desse tratamento e os principais benefícios aos pacientes. Confira entrevista com a odontóloga Dra. Roberta Cury:

Quais são os diferenciais do serviço de Odontologia Hospitalar oferecido no HSV?

Dra. Roberta Cury: Este serviço veio somar às demais práticas que também priorizam a saúde e segurança do paciente no HSV. Hoje atuamos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), prevenindo e tratando doenças bucais, visando diminuir os possíveis riscos de infecções no paciente. As principais delas são a endocardite bacteriana (infecção que afeta diretamente o coração e pode levar à morte) e a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV). Estamos ampliando para poder atender todos os pacientes internados no HSV e também aqueles que realizam tratamentos de longo prazo (como Oncologia e Hemodiálise).

Qual é a importância desse atendimento e principais benefícios ao paciente?

Dra. Roberta Cury: Entre outros benefícios, a participação do cirurgião-dentista no atendimento ao paciente internado pode contribuir para minimizar o risco de infecções, reduzir o tempo de internação, diminuir o uso de medicamentos e de nutrição parenteral e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Como é feito o tratamento?

Dra. Roberta Cury: A equipe de Odontologia Hospitalar acompanha todo período de internação do paciente, na UTI e nos leitos, quando necessário. São realizados procedimentos odontológicos para a melhor higiene bucal, contemplando a limpeza dos dentes, raspagem e remoção de placas bacterianas e de tártaro – se não tratados adequadamente, podem ser focos de infecção e comprometer seriamente a saúde do paciente.

A má higiene bucal pode desencadear quais tipos de doenças?

Dra. Roberta Cury: A falta de higiene bucal pode gerar doenças como: gengivite (inflamação da gengiva), periodontite (inflamação causada pela evolução da gengivite não tratada corretamente) e endocardite bacteriana (resultado do acúmulo de tártaro).

Como prevenir a endocardite bacteriana?

Dra. Roberta Cury: A endocardite bacteriana é uma inflamação que afeta o miocárdio, membrana que reveste a parede interna do coração e válvulas cardíacas. No caso da gengiva inflamada ou da cavidade bucal contaminada, as bactérias causadoras da infecção podem cair na circulação sanguínea e chegar até o coração. Alguns pacientes têm mais predisposição à doença, como aqueles que possuem prótese valvar, transplante cardíaco ou alterações congênitas. Por isso, é fundamental consultar o médico e o dentista regularmente (pelo menos, a cada 6 meses) e tomar cuidados extras na higiene bucal diária.

Assista ao vídeo de entrevista com a Dra. Roberta Cury, odontóloga do HSV.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia

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