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Retinopatia Diabética

Conheça os exames para a prevenção e o diagnóstico precoce da doença que pode levar à perda de visão em pacientes diabéticos

A diabetes é uma doença metabólica caracterizada pela alteração da glicose no sangue. Estima-se que um a cada 10 brasileiros tenha diabetes, mas cerca de metade convive com a doença sem saber. O diagnóstico e o tratamento adequados são fundamentais e, junto com hábitos saudáveis de alimentação e atividade física, permitem que o paciente leve uma vida normal.

A visão é uma das funções mais prejudicadas pela diabetes descompensada (quando não há o controle do nível glicêmico). A Retinopatia Diabética (RD), que afeta os vasos sanguíneos da retina (parte do olho onde são formadas as imagens), é a principal causa de cegueira em adultos. Além disso, a diabetes pode levar ao glaucoma (hipertensão intraocular) e à catarata (opacidade da lente cristalino).

Em 14 de novembro, é celebrado o Dia Mundial da Diabetes, com o objetivo de disseminar informações para a prevenção e o controle da doença. Confira orientações da Dra. Ana Carolina Jervasio, especialista do Centro de Oftalmologia do Hospital Santa Virgínia (HSV), para manter a saúde ocular em pacientes diabéticos.

Prevenção

A doença ocular pode não ter sintomas na fase inicial, por isso, é tão importante o exame de prevenção com o oftalmologista, no mínimo, uma vez ao ano. É altamente recomendável que o paciente diabético também cuide dos controles lipídicos e de hipertensão arterial, realizando o acompanhamento com o endocrinologista e o cardiologista.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, após 20 anos de doença, mais de 90% dos diabéticos tipo 1 e 60% daqueles com o tipo 2 apresentarão algum grau de retinopatia. A boa notícia é que o risco de cegueira em decorrência da RD pode ser reduzido a menos de 5% quando o diagnóstico é realizado em tempo adequado e o tratamento de forma correta, antes que ocorram sequelas irreversíveis.

Exames necessários

Na consulta, o oftalmologista realiza o mapeamento da retina, que mostra se existem alterações nos pequenos vasos, micro-hemorragias, microaneurismas ou edema, por exemplo. Às vezes, são necessários exames complementares como a tomografia de coerência óptica da mácula, a retinografia e a angiofluoresceinografia. Todos esses procedimentos são realizados no Centro de Oftalmologia do HSV, com equipamentos de última geração e equipe multiprofissional especializada.

Tratamento

Na forma mais grave da doença, chamada de “proliferativa”, pode ser indicado o tratamento com fotocoagulação a laser ou injeções intravítreas (aplicação do medicamento “dentro do olho”). Esses são considerados os métodos mais avançados para controlar doenças da retina e também são realizados pela experiente equipe de Oftalmologia do Hospital Santa Virgínia.

Agendamento de Consultas e Exames: (11) 2799-3230.

Contribuiu com este conteúdo:

Dra. Ana Carolina Jervasio, especialista do Centro de Oftalmologia do Hospital Santa Virgínia | CRM-SP: 113.189  

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital Santa Virgínia 

Publicado em: 13/11/2020

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